COMPACTO - 2 TEMPORADA: ANA MARAVILHA
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| Segunda temporada: Transição. |
Episódio 01: Mas tu não tava morta?
[Flashback na cabeça da Camila]
(Sanguinha e Camila estão se pegando)
Sanguinha (Com voz ofegante) ooooooohhhhhh! cansei.
Camila: E a transa não foi nada boa...
Sanguinha: Eu era que tinha que falar isso pra você,e aliás és apenas mais uma da minha lista, amore.
Camila: Então a senhorita é disputada e não tem força pra transar?
Sanguinha: Me poupe, né! Vou saindo desse carro imundo!
(Sanguinha abre a porta e vai embora rapidamente)
Camila (Fechando a porta do carro): Menina louca...
(Camila começa a ver o seu carro por inteiro antes de dar a partida e ver o celular da Sanguinha)
Camila (Pega o celular e já o liga): Hm... Vamos ver o que tem aqui...
(Ela nem precisa de senha pra entrar na privacidade da Sanguinha e já começa a confiscar tudo)
Camila (Analisando os contatos do celular da Sanguinha): Deixa eu ver... Rogério... Brianzinho... Mateus... Pai.... Pera! (Dá Zoom na imagem do pai da Sanguinha) - Esse é o mestre! E ele tá abraçado com todos da família na foto, gente que babado.
[4 meses depois...]
Ricardo: Camila, você não ainda não me contou o porquê não matou nem a Sanguinha nem aquele Sangue?
(Camila sai do transe rapidamente depois da fala do Ricardo)
Camila: Eles são os filhos do mestre...
Ricardo: Tá, mas como você sabia? Desde o começo você pediu pra telefonar...
Camila: Palpite, ué... São parecidos com o mestre.
Ricardo: Não vi nada de semelhança.
Camila: Mas eu vi. E não vamos falar nisso. Esse assalto já faz um mês que aconteceu!
Ricardo: Verdade. Agora somos empregados e livres.
Camila: E livres mesmo. Cansei dessa vida. Agora tenho que trabalhar...
Ricardo: Nossa, você tá muito empenhada. Gosto disso.
Camila: Se eu não trabalhar quem vai botar comida na mesa?
Ricardo: Pois é. E Camila eu vou pro culto. Se encontramos às doze, logo quando acabar seu expediente.
Camila: Beleza.
Cena 02: Igreja. Interior. Dia. 2018.
(Zilda está fazendo um discurso e todos a ouvem atentamente)
Zilda: Perdemos muito com aquele assalto. Muito mesmo. Meus filhotes graças a meu bom Deus sobreviveram, mas e os seus? Queremos justiça! Mas devo-lhes dizer que o fato de eu estar aqui não reflete apenas nisso, mas no fato de fazer exatamente um mês que o meu marido morreu. Ele era o motivo de eu viver e toda vez que eu olho pro meu filho olho pra ele... Não é fácil! Não é fácil esquecer os momentos felizes que eu passei com ele. Não é. Mas eu quero seguir em frente, eu quero! E por isso hoje teremos festinha de agosto sim! E ainda todos terão comida grátis!
(As crianças presente na igreja comemoram e Zilda termina o seu discurso)
[...]
Ricardo (Comemora): Nem acredito que vai ter festinha...
Menino: Ai nossa, como você é infantil...
Ricardo: Amore, tu tem quantos anos?
Menino: Sete anos e meio.
Ricardo: Eu tenho vinte e sete, perdeu playboy!
Menino (Com cara de negação pra o Ricardo): Ai, aiii!
Cena 03: Posto. Dia. 2018.
(Camila chega de mansinho no posto com um facão escondido)
Funcionário: Olá moça, quer alguma coisa?
Camila: Quero saber onde é a lojinha de comida...
(O funcionário aponta pra lojinha e Camila vai em direção ao endereço descrito a ele)
[...]
(Camila adentra no local)
Camila: Moço... Será que pode pegar uma coca-cola pra mim?
Atendente: Claro... (Se vira e Camila logo taca o facão escondido em suas costas)
Camila (Vendo o atendente cair no chão): Morreu otário!
(Camila pega muitas comidas, dinheiro do caixa, joga numa sacola e vai embora)
[Horas depois...]
Cena 04: Igreja. Exterior. Tarde. 2018.
(Camila chega com uma sacola enorme e Ricardo se surpreende)
Ricardo: Esse emprego é muito bom, hein!
Camila: Não é?
Ricardo: Agora passa tudo senão não te conto as novidades...
(Camila passa uma pipoca pra ele)
Ricardo (Insatisfeito): Tudo...
Camila: Para de ser mesquinho e fala logo.
Ricardo: Ok, vai ter a festinha de agosto no mesmo dia de sempre...
Camila: Que no caso, hoje.
Ricardo (Animado): SIIIM!
Camila: Ok, vamos ir.
Cena 05: Casa do Mocinho. Quarto. Interior. Tarde. 2018.
Mocinho: Você vai ficar aqui, ouviu?
(Ana não responde)
Mocinho (Aumenta o tom de voz): OUVIU?
(Ana continua a não responder, mas dá um sinal que 'sim' com a sua cabeça)
Mocinho: Que bom... Hoje você vai ir pra festa de agosto, um jeito bom de ter amigos.
(Mocinho sai do quarto e Ana, que está toda machucada, continua calada)
[Hora depois...]
Cena 06: Rua. Noite. 2018.
(Mocinho está acompanhado de Ana)
Mocinho: Linda essa festa, não? Veja as luzes...
(Ana o ignora e continua a andar)
Mocinho (Estressado): Anda muito calada. Não se esqueça o que eu fiz por você! Te vi praticamente morta em frente daquela casa.
Ana (Em voz baixa): Você matou a minha mãe...
Mocinho: Porque ela mereceu! Não sabe fazer direito! Você, meu amor (Começa a alisar sua face) - faz tudo direitinho...
(Ana fica com cara de nojo)
Mocinho: Ok, agora vou deixar você se divertir... Que tal ir na montanha-russa sozinha?
[...]
Camila: Tá muito bonita essa festa...
Ricardo: Eu te falei!
(Camila olha a montanha-russa)
Camila: Já sei... Vamos na montanha-russa!
Ricardo: Eu vou no carrinho kids mesmo... Odeio altura...
Camila: Esqueci. Vai lá.
(Ricardo do nada desaparece da vista da Camila, que se aproxima do carinha dos ingressos)
Carinha dos ingressos: Quantas voltas?
Camila: Uma mesmo.
Carinha dos ingressos: 2,50.
(Camila o paga com o dinheiro roubado logo cedo e já vai pro brinquedo, sem nem observar quem o acompanhara do outro lado)
Camila (Começa a dialogar): Muito bom, não é? É uma emoção única ir pra montanha-russa.
Ana (Em voz baixa): É a minha primeira vez...
(Camila se assusta e a olha, porém tem uma surpresa maior ainda)
Camila (A reconhece): Ana?
(CONGELAAAAAAAAAA)
Episódio 2: Uma noite e tanta... - Especial
Cena 01: Rua. Noite. 2018.
[Continuação do episódio anterior...]
Camila (A reconhece): Ana? Você não morreu?
Ana (Desesperada): Camila, eu preciso da sua ajuda! Eu sobrevivi por causa de um louco. Ele me escraviza sexualmente. A minha mãe morreu por causa dele.
Camila: Amore.. Estamos num parque de diversão, não vou me preocupar com isso.
Ana (Implora): Por favor... Eu não tenho como fugir mais... Esse é o único evento. Preciso da sua ajuda.
Camila (Mente descaradamente): Estou sem arma, amore... Procura outro.
Ana: Podemos fugir.
Camila: Olha... Eu só vou aceitar porque você tá com uma cara de sofrida...
Cena 02: Mansão dos Braga. Quarto da Sanguinha. Interior. Noite. 2018.
Sangue: Eu odeio lição de casa... Por que a mamãe não paga os professores?
Sanguinha: Não temos tanto dinheiro...
Sangue: Verdade.
Sanguinha: Agora cala a boca que eu vou te ensinar...
Cena 03: Beco. 2018.
(Mocinho e Zilda estão conversando silenciosamente)
Zilda: Aquele colar é valioso, meu jovem... Deve valer uma boa renda! E ela está com ele.
Mocinho: Mas eu deixei ela brincando na montanha-russa, nada demais.
Zilda: E se perdemos ela? Eu estou a beira da falência e eu não fiquei investigando sozinha sobre a mafia rival do meu marido a toa!
Mocinho: Não foi a toa. É só vai se divertir... Apenas cinco minutos!
Zilda: Não sei porque você deixou ela viva...
Mocinho: Ela é uma ótima escrava sexual.
Zilda: Já tenho futuros pra essa escrava sexual e me renderá muito dinheiro.
Mocinho: Prostituição?
Zilda: Não, tá maluco? Eu vou transformar ela numa boneca. E daí pego qualquer uma do campo, depois outra, depois outra e comercializo.
Mocinho: Não estou entendendo nada.
Zilda: Não é pra entender mesmo... Agora vá e cuide dela!
[...]
(Mocinho se aproxima do brinquedo e não avista Ana)
Mocinho: Com licença, senhor... Você viu uma menina de cabelo preto, alta...
Cara do ingresso: Ah, sim. Ela saiu com uma menina...
Mocinho: E você sabe pra qual direção elas foram?
Cara do ingresso: Bem... Pela esquerda.
Mocinho: Obrigado.
(Mocinho começa a correr para alcançar Ana)
Cena 04: Mato. Noite. 2018
Ana (Com respiração ofegante): Eu não aguento mais...
Camila: Ok, então você vai ficar aqui mesmo.
Ana: Mas...
Camila: Amanhã eu venho.
Ana: Aqui não tem nada pra me defender...
Camila: Amore, a única coisa que vai te agoniar é os mosquitos... Até amanhã.
(Camila vai embora e Ana se acomoda no mato)
Cena 05: Próximo ao mato. Noite. 2018.
Mocinho (Grita): ANAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! CADÊ VOCÊ?
(Mocinho percebe que tem pegadas pelo chão e continua a caminhar)
Mocinho (Aumenta o tom): ANINHAAAAAAAA? SUA DESGRAÇADA, APARECE!
(De repente, ele ouve o puxar do gatilho de uma arma em sua frente)
Camila (Apontando a arma): Quietinho...
Mocinho: Agora mulheres andam armadas até no mato? Que chique.
Camila: Temos que estar preparadas pra tudo, não é mesmo... Agora deita!
(Mocinho não deita)
Camila (Estressada): DEITA PORRA!
Mocinho: Atire, ora!
(Camila atira com toda vontade do mundo, mas está sem bala)
Camila (Sem acreditar): Não é possível... Tinha bala hoje cedo...
(Antes que ela falasse qualquer coisa, Mocinho a pegou fortemente pelos cabelos e começou a arrastar ela, procurando uma resposta)
Mocinho: Onde tá a Ana? Fala sua vagabunda!
Camila (Sentindo dor): Eu não sei...
Mocinho (Aponta uma arma): Fala agora senão meto bala!
(Camila, sabendo que ela morreria de todo jeito, gritou bravamente)
Camila (Grita): CORRE ANAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!
[...]
(Ana escuta o grito)
Ana (Grita): CAMILAAAAAAAAAAA, É VOCÊ?
[...]
(Mocinho escuta o grito de Ana)
Mocinho (Ri): Burra mesmo..
(Mocinho larga Camila e vai em direção a origem daquela voz)
Camila: Merda...
[...]
Ana (Continua a gritar): CAMILAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA?
(Ela olha por todo o lugar até que se assusta com a imagem do Mocinho)
Mocinho (Com cara de psicopata): Te achei, sua puta!
(CONGELAAAAAAA)
[Amanhece...]
Cena 01: Casa do Mocinho. Quarto do Mocinho. Interior. Dia. 2018.
(Ana se acorda)
Ana (Olhando o lugar): Onde estou?
Mocinho: Durma...
(De repente, ela sente uma pasta quente sendo colocada em seu corpo)
Ana (Com dor): AAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH! QUE PORRA! AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!
Mocinho (Fechando os olhos dela): Tudo ficará bem...
Cena 02: Restaurante. Interior. Dia. 2018.
Ricardo: Menina, tu tá horrível com esse sangramento...
Camila (Mente): Trabalho mais uma vez...
Ricardo: Esse trabalho é pesado. E eu quero muito falar com você.
Camila: Ué, fala.
Ricardo: O Jon... Eu finalmente sei onde ele está, ele está nos... (Antes que ele terminasse a fala, um dos clientes começa a ter um surto quando olha pra Camila)
Cliente (Tendo um surto): FOI ELAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! ELA ME ATACOU PELAS COSTAS, NA MINHA LOJINHA! AGORA EU ANDO DE CADEIRA DE RODAS! VACAAAAAAAA! PERUAAAAAAAAA!
Camila (Fingindo não entender): Não sei do que você está falando senhor...
Cliente: NÃO SABE? VOCÊ ROUBOU A MINHA LOJINHA INTEIRA!
Camila: Senhor... Eu não roubei nada...
Cliente: A SENHORITA VAI VERRRRRRR! AS CÂMERAS DE SEGURANÇA NÃO FALHAM, MOCINHA! NÃO FALHAM!!!!!!
Camila (Murmura): Vamos logo, Ricardo...
(Os dois vão embora dando de ombros pra o surto do cliente)
Camila (Rindo): Louco mesmo...
Ricardo (Fala seriamente): Eu não duvidaria.
Camila: Do que?
Ricardo: Você matar os outros pra conseguir algo... Camila, fala a verdade, você tá trabalhando ou esse cara surtado tem toda razão?
(Camila fica sem graça)
[Nos Estados Unidos...]
Cena 03: Casa do Jon. Sala. Interior. Tarde. Nova York. 2018.
Maria Vanúbia: Ai, é tão chato morar em casa pobre...
Jon: Amore, se quer dividir quarto comigo não deveria falar isso...
Maria Vanúbia: Sinceridade te assusta? Esse muquifinho...
Jon: Pelo o menos eu falo a sua língua... E a maioria da população daqui é do próprio país.
Maria Vanúbia: Está duvidando do meu 'ingrêi'? Meu amor... Eu sei muita coisa... Forevius significa amar, loviu significa trepar... Fim de life, que não sei o que significa, pois é uma palavra complicada pro meu dicionário.
Jon: Nossa, realmente você tem futuro no Estados Unidos...
Maria Vanúbia: Isso mermo! Por isso adeus, 'Snou'!
(Maria Vanúbia bate a porta fortemente)
Jon: É Snow desgraça, Snow.
[No Brasil...]
Cena 04: Casa do Mocinho. Quarto do Mocinho. Interior. Dia. 2018.
(Ana ainda está gritando de dor)
Mocinho: Ok, agora vamos ligar pra Zilda.
(Mocinho liga pra Zilda)
Zilda: O que é?
Mocinho: Eu vi um tutorial sobre essa coisa de corpos de boneca e tal... Era uma pasta, daí eu coloquei nela.
Zilda (Grita qualquer merda): QUE PASTA? É SÓ CORTAR A PERNA DELA, COLOCAR UMA DE BONECA E DEPOIS PASSAR UMA PELE LISINHA!
Mocinho: Que pele lisinha? Eu vi uma pasta com ovo e farinha.
Zilda (Desesperada): Calma... O corpo dela continua intacto, não é?
Mocinho: Pasta quente...
Zilda: MERDA! SÓ FAZ MERDA!
Mocinho: Tenta consertar então...
Zilda: Te encontro daqui a cinco minutos. E se prepare....
Cena 05: Mansão dos Braga. Sala. Interior. Dia. 2018.
(Sanguinha ver a sua mãe sair apressada)
Sanguinha: Pra onde a senhora vai?
Zilda: Negócios... Negócios... E só irei retornar daqui a uma semana mesmo.
Sanguinha: Negócio tenso esse...
Zilda: Sim. E eu quero que me ajude com algo, filhota.
Sanguinha: O que, mãe?
Zilda: Vai chegar um produto em grande quantidade e eu quero que quando chegar o produto envie logo pra esse endereço (Ela pega um papel e anota o endereço)
Sanguinha: Posso saber que produto é esse?
Zilda: Não. Nem ouse tocar.
Sanguinha: Ok né... Pode deixar.
Zilda: Obrigada filhota! Até mais!
[...]
(Zilda entra no carro)
Motorista: Pra onde?
Zilda: Eu quero ir pra clínica do Ciro, por favor.
[...]
(Zilda abre a porta da sala do doutor)
Ciro (Animado): Zilda! Quanto tempo! Me impressionei com as suas encomendas!
Zilda: Que nada. Necessito ver uma de suas inovações.
Ciro: Assim fico corado. Enfim... Deve ter um motivo pra sua vinda até o meu escritório...
Zilda: Sim... As encomendas foram compradas por um motivo... Um equipamento de clonagem... Quero testá-lo com você e em grande quantidade... E em humanos.
Ciro: Que? Isso é ilegal.
Zilda: Mas essa é a sua ideia...
Ciro: Clonar coisas pequenas, não humanos!
Zilda: Mas é um bom comércio... Gerará lucro!
Ciro: Um comércio inusitado, podemos dizer...
Zilda: Pense pelo lado que... Isso revolucionará. Terá um belo nome. Ficará rico ao meu lado. E eu tenho a menina perfeita.
Ciro: Perfeita? Já vejo que há outros negócios...
Zilda: Estava pensando em transformá-la numa bonequinha, mas não daria tanto dinheiro e a beleza dela é tão absurda que pensei: Que tal ter várias delas pelo mundo e usufruir de sua bela boquinha pra um oral?
Ciro: Impressionante.
Zilda: Vai me ajudar ou não?
Cena 07: Casa da Camila. Quarto da Camila. Interior. Dia. 2018.
(Camila está ajeitando as malas)
Ricardo: Pra que isso?
Camila: Tenho que ir pra fora do Brasil...
Ricardo: Não tens dinheiro.
Camila: Tem alguma pessoa no estrangeiro?
Ricardo: Jon... Soube que ele tá nos Estados Unidos...
Camila: Perfeito. Me dá o endereço.
Ricardo: Você só pode está louca... Por que fugir? Você não fez nada de errado.
Camila (Desabafa): Eu fiz. Eu roubei, tá? Não tenho emprego nenhum. Agora a polícia pode está atrás de mim.
Ricardo: Ele só deu uma surtada...
Camila: Não posso correr o risco de ser presa, não posso!
Ricardo: Ok. Se você está falando... (Começa a escrever o endereço no papel)
Camila: Eu tenho um dinheirinho. Não vou morrer. Vou comprar uma passagem e vou viver normal lá.
Ricardo: Dinheiro roubado...
Camila: Olha, o passado nos condena! E você deveria saber que nem igreja resolverá isso. Vou indo.
(Camila fecha sua mala, pega o endereço e fecha a porta)
Cena 08: Mansão dos Braga. Sala. Interior. Dia. 2018.
(Um homem bate na porta e Sanguinha atende)
Vendedor: Trouxe a encomenda da Zilda Braga...
Sanguinha: É aqui mesmo.
(O homem dá a encomenda na mão da Sanguinha)
Vendedor: Cuidado. É frágil.
(O homem vai embora e Sanguinha fecha a porta)
Sanguinha: Desculpa, mamãe... Mas a curiosidade é grande!
(Sanguinha abre a caixa e se surpreende)
Sanguinha (Lendo): "Máquina de clonagem" Clonagem? A mamãe quer clonar alguém? Não é possível...
(Sanguinha começa a vasculhar a casa inteira a procura do endereço)
Sanguinha (Procurando o endereço): Endereço... Endereço...
(Sanguinha acha o endereço e faz uma cara de vitoriosa)
Sanguinha: Eu não posso deixar isso acontecer... Não posso... Eu vou ter que invadir...
[Horas depois...]
Cena 09: Casa do Mocinho. Quarto do Mocinho. Interior. Noite. 2018.
Zilda: Ainda bem que o senhor vai tá nos ajudando...
Ciro: Um clone demora um dia pra ser gerado e tem limites... Mas amanhã garanto pelo o menos uma clone.
Zilda: Perfeito. Ainda bem que a pasta não queimou nada.
Ciro: Nada mesmo. Mas essa pasta foi burrice.
Zilda: Verdade... Mas Ciro, amanhã podemos fabricar mais... Amanhã chegará as máquinas compradas por mim.
Ciro: Sim, foram recebidas de dia...
Zilda: Estranho... Ainda não recebemos...
Mocinho: Será que a sua filha arregou?
[Nos Estados Unidos...]
Cena 10: Casa do Jon. Quarto do Jon. Interior. Madrugada. 2018.
(Jon está dormindo, até que a companhia toca)
Jon: Merda... Quem será nessa hora da noite?
(Jon vai até a sala e abre a porta e não acredita no que ver)
Jon: Camila?
Camila (Desesperada): Preciso da sua ajuda...
[No Brasil...]
Cena 11: Casa do Mocinho. Quarto do Mocinho. Interior. Noite. 2018.
(Ana se acorda novamente e não avista ninguém)
Ana: Ai Meu Deus... Que pesadelo...
(De repente, ela ver algo surgir na sua cama ao lado)
Ana (Observando a situação): Ai Meu Deus, que porra é essa?
[Minutos depois...]
Clone (Olhando pra Ana): Olá, irmãzinha...
(CONGELAAAAA)



